Em uma instituição de saúde, o tempo bem aproveitado significa mais vidas salvas. Quando a infraestrutura de Tecnologia da Informação (TI) falha, o downtime ou período de indisponibilidade assume uma dimensão crítica que vai muito além do simples prejuízo financeiro.
Ele paralisa exames, bloqueia o acesso a prontuários eletrônicos e interrompe toda a cadeia de valor, afetando diretamente o faturamento, além de colocar em risco a qualidade do atendimento ao paciente.
No Brasil, a vulnerabilidade do setor de saúde diante de falhas e ataques cibernéticos é alarmante.
De acordo com o Relatório “Cost of a Data Breach” da IBM Security, o setor de saúde lidera o ranking de prejuízos no qual o custo médio de uma violação de dados pode atingir US$4,4 milhões.
O downtime ou período de indisponibilidade ocorre quando um sistema não está disponível para utilização. As causas podem ser as mais variadas possíveis como erros humanos, falhas de softwares, ataques cibercriminosos, infraestrutura inadequada, entre outros.
Para Saulo Lima, CEO da Flowti, empresa do ecossistema MV especializada em infraestrutura de TI, a questão não é apenas técnica, mas estratégica.
“Quando um hospital enfrenta desafios com sistemas fora do ar, há a demora para a entrega de um exame que não pode ser laudado, cirurgias atrasadas por falta de acesso ao histórico do paciente ou a impossibilidade de registrar um medicamento. Além do impacto direto ao paciente, pode haver consequências financeiras e reputacionais”, sinaliza.
O executivo ressalta que muitos hospitais ainda tratam a infraestrutura de TI como custo operacional, e não como o coração digital da operação. A consequência direta é a lentidão na resposta a incidentes.
“Esse atraso pode ser visto como uma eternidade em um ambiente de missão crítica,” relata o CEO da Flowti. “É preciso ter monitoramento proativo 24h por dia para garantir que os dados sigam seguros e disponíveis, blindando o hospital contra a perda de faturamento e o risco à segurança dos dados”, complementa.
O segredo para a redução de perdas está no investimento em tecnologia, em especial na presença de um monitoramento ativo e preditivo com ferramentas que possuem automação e observabilidade com Inteligência Artificial (IA) para identificar e corrigir problemas de forma antecipada.
Além disso, contar com estratégia de Cloud e Recuperação de Desastres (DR) garantem a migração segura de dados críticos para ambientes escaláveis e a retomada rápida da operação após qualquer evento.















