Integração tecnológica, eficiência operacional e parcerias estratégicas como pilares para a evolução da infraestrutura hospitalar no Brasil.
Em um cenário de pressão crescente por eficiência, qualidade assistencial e sustentabilidade financeira, a integração tecnológica deixou de ser tendência para se tornar requisito estratégico nas instituições de saúde. É nesse contexto que a Getinge reforça sua atuação no Brasil com a proposta de entregar soluções integradas capazes de conectar processos, equipamentos e pessoas ao longo de toda a jornada assistencial.
Para Aurélio Carmona, diretor geral da companhia no país, o setor de dispositivos médicos vive um momento de forte competitividade e transformação. Se, por um lado, novos players ampliam a disputa por mercado, por outro cresce a demanda por inovação, eficiência operacional e conectividade. “A venda de equipamentos deixou de ser apenas uma transação comercial; hoje, trata-se de construir parcerias sólidas e compreender profundamente os desafios dos hospitais”, destaca.
Essa mudança de paradigma amplia o papel das empresas do setor, que passam a contribuir com planejamento, consultoria e evolução contínua das operações hospitalares. A integração entre tecnologias no centro cirúrgico, na CME e nas UTIs, por exemplo, permite fluxos mais seguros, rastreáveis e orientados por dados, impactando diretamente a segurança do paciente e a produtividade das equipes.
A visão de eficiência também está ligada à sustentabilidade do sistema. Segundo Carmona, a melhoria contínua dos processos, aliada à inovação responsável, cria um ciclo virtuoso: ao reduzir desperdícios e otimizar recursos, hospitais ganham capacidade de investir em tecnologia, capacitação e qualidade assistencial.
Ao longo da carreira, o executivo também tem atuado ativamente na promoção de boas práticas e no fortalecimento do ecossistema de dispositivos médicos, defendendo um ambiente pautado por ética, transparência e colaboração entre indústria, hospitais e entidades do setor.
O futuro da saúde, na visão da Getinge, será cada vez mais conectado, integrado e orientado por valor; e exige desde já uma abordagem colaborativa entre indústria e instituições para construir hospitais mais eficientes, resilientes e preparados para os desafios que virão.















